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USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO

USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO DESCOBRINDO A NOSSA HISTÓRIA
Quem eram as pessoas que viviam na região de Porto Velho antes dos colonizadores? Responder esta pergunta é fundamental para entender nossa história. Por isso, a Santo Antônio Energia mantém um programa para recuperar os vestígios dos moradores da área da Usina Hidrelétrica Santo Antônio.

O que é arqueologia?
Arqueologia é a ciência que estuda vestígios materiais encontrados no solo, como vasos, utensílios ou ferramentas usadas para desmatar, plantar, caçar, cozinhar etc. Com esse trabalho podermos aprender sobre os tempos antigos e saber como viviam as populações que habitavam a região há centenas ou milhares de anos.

Por que precisamos fazer essa pesquisa nas áreas da Usina?
Para evitar que o empreendimento destrua sítios arqueológicos.





Como é o trabalho do arqueólogo?
O arqueólogo é o profissional que realiza esses estudos, Eles percorrem a área, observam a superfície do terreno e fazem escavações para verificar se existem objetos de povos antigos no local. Por causa da ação do tempo, a maioria desses objetos é encontrada quebrada ou em estado muito frágil.

O que é sítio arqueológico?
É o local onde estão esses vestígios. Para garantir a preservação dos objetos encontrados, o arqueólogo cerca a área. Em seguida, a equipe escava o solo, retirando os vestígios achados, anotando e fotografando tudo. Depois, os materiais encontrados são levados para análise no laboratório.

Qual empresa está fazendo o trabalho na região?
O Instituto do Patrimônio e Artístico Nacional (Iphan) é o órgão do governo brasileiro responsável pela proteção de tudo o que é encontrado pela arqueologia nacional. Todos esses vestígios vão para uma instituição onde possam ser armazenados com cuidado, estudados e vistos por qualquer pessoa. Normalmente, o local escolhido é o museu ou outra instituição mais próxima da região onde foi achado o material.

Para que serve esse estudo? Qual sua importância?
O principal objetivo é resgatar e analisar o máximo possível de vestígios dos índios que viviam aqui e também da história mais recente, como a da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, da Vila de Santo Antônio e do presídio. Com a arqueologia é possível resgatar uma história que não foi contada ou escrita, como a das populações que desapareceram durante a colonização da América.

Para onde vai o material resgatado? Quem protegerá tudo isso?
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) é órgão do governo brasileiro responsável pela proteção de tudo o que é encontrado pela arqueologia nacional. Todos esses vestígios vão para uma instituição onde possam ser armazenados com cuidado, estudados e vistos por qualquer pessoa. Normalmente, o local escolhido é um museu ou outra instituição mais próxima da região onde foi achado o material.

USINA HIDRELÉTRICA SANTO ANTÔNIO Se existirem vestígios arqueológicos no meu terreno, o que devo fazer?
• Mantenha o objeto no mesmo lugar. A posição em que ele é encontrado é muito importante para o estudo;
• Cerque e proteja a área;
• Comunique o fato à equipe da Santo Antônio Energia (Comunicação ou Arqueologia) ou ao Iphan.
Durante a limpeza do terreno ou na execução das obras, pode ser que alguém encontre algum objeto enterrado (cacos de panelas de barro, machadinhas de pedra, pontas de flecha ou outros materiais), mesmo que os arqueólogos já tenham passado no local. Se acontecer com você, tome os cuidados indicados acima.

FONTE: Usina Hidrelétrica Santo Antônio: Arqueologia: descobrindo a nossa história. Jun. 2009
Disponível em:
www.santoantonioenergia.com.br

Incentivo a iniciativas científicas, culturais e educativas

  • Apoio ao 4º Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto – 4º CBAI, que aconteceu no período de 22 a 26 de Outubro de 2018, na cidade de Fortaleza (CE). Link
  • Parceria com o Clubinho da Tartaruga do Programa Quelônios da Amazônia, desenvolvido pelo Instituto Chico Mendes para a Biodiversidade.
  • Apoio parcial ao XVII Seminário de Iniciação Científica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), Belém, 2009.
  • Apoio parcial ao II Encontro da Regional Sudeste da Sociedade de Arqueologia Brasileira - SAB Sudeste, Rio de Janeiro, 2009.
  • Apoio parcial ao VI Encontro da Sociedade Brasileira de Arqueologia - SAB Sul, Florianópolis, 2008.
  • Apoio parcial ao XVI Seminário de Iniciação Científica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), Belém, 2008.
  • Apoio parcial ao Seminário de Resíduos Sólidos, Coleta Seletiva Solidária e Responsabilidade Socioambiental do Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém, 2008.
  • Apoio parcial ao Seminário do Programa de Coleta Seletiva Solidária, Belém, 2008.
  • Apoio parcial à publicação da revista Vestígios: Revista Latino-Americana de Arqueologia Histórica, v.2, n.2, jul./dez. 2008.
  • Apoio parcial ao XV Seminário de Iniciação Científica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), Belém, 2007.
  • Apoio parcial ao Evento Comemorativo ao Ano Internacional do Planeta Terra: Água e Meio Ambiente na Amazônia do Museu Paraense Emílio Goeldi. Belém, 2007.
  • Apoio parcial à publicação da revista da Sociedade de Arqueologia Brasileira – SAB, v.14/15, 2003.

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