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Pesquisadores fazem o resgate arqueológico da Vila de Santo Antônio

Vila de Santo Antônio

Desde o início do mês de janeiro, uma equipe da Scientia Consultoria Científica, contratada pela Santo Antônio Energia, trabalha próximo ao Casarão dos Ingleses no resgate arqueológico da Vila de Santo Antônio.
O trabalho envolve várias etapas. A primeira delas foi o estudo de registros do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) que apontaram a existência deste sítio arqueológico na região. Em seguida, foram realizadas as sondagens e a chamada prospecção arqueológica que delimitou a área a ser estudada. No momento, acontece o resgate arqueológico no qual uma equipe da Scientia, formada por dez pessoas, entre arqueólogo, técnicos e auxiliares, escavam o terreno para que as ruínas fiquem em evidência. “Este trabalho nos permite conhecer um pouco mais da história. Por meio de vestígios materiais podemos fazer outra leitura de como era o cotidiano da vila, quantas pessoas residiam ali, do que se alimentavam ou como trabalhavam. Através desse trabalho de arqueologia conseguimos mais dados para complementar estudos que já foram feitos”, explica a coordenadora de Educação Patrimonial da Scientia, Carla Pequini.

Por enquanto, já podem ser observados alguns elementos de uma estrutura como um piso em concreto (4m x 5m) e as paredes em ruínas com revestimento também em concreto. Esta é apenas uma das estruturas de uma vila que pode ter tido cerca de 306 mil metros quadrados.

Este trabalho de resgate ocorrerá no local até o mês de julho. Em seguida, segundo informações da coordenadora, a intenção é de que o local seja aberto inicialmente aos funcionários da obra para visitação . “Depois que a usina hidrelétrica estiver instalada, o local pode ser aberto para visitação, como se fosse um museu a céu aberto”, afirma.

Simultaneamente ao resgate arqueológico da Vila de Santo Antônio, outras equipes da Scientia trabalham na prospecção de outras áreas da usina, acima da cachoeira de Teotônio.

A Vila de Santo Antônio
Conforme informações da coordenadora de Educação Patrimonial da Scientia, Carla Pequini, a Vila de Santo Antônio foi erguida antes da Madeira-Mamoré, pelos idos de 1860. Quando o conhecido cientista Osvaldo Cruz visitou a região para estudar as condições sanitárias do local que receberia a estrada ferro, alertou para a insalubridade da área devido à malária e outras doenças. “Ele estipula que a cidade deveria ser construída mais distante do rio, a sete quilômetros dali, onde hoje fica Porto Velho”, explica a coordenadora. O Exército então retira as pessoas do local e a vila é abandonada.

 

FONTE: Pesquisadores fazem o resgate arqueológico da Vila de Santo Antônio. Fevereiro 2010.

Disponível em: http://www.uhesantoantonio.com/node/1732

Incentivo a iniciativas científicas, culturais e educativas

  • Apoio ao 4º Congresso Brasileiro de Avaliação de Impacto – 4º CBAI, que aconteceu no período de 22 a 26 de Outubro de 2018, na cidade de Fortaleza (CE). Link
  • Parceria com o Clubinho da Tartaruga do Programa Quelônios da Amazônia, desenvolvido pelo Instituto Chico Mendes para a Biodiversidade.
  • Apoio parcial ao XVII Seminário de Iniciação Científica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), Belém, 2009.
  • Apoio parcial ao II Encontro da Regional Sudeste da Sociedade de Arqueologia Brasileira - SAB Sudeste, Rio de Janeiro, 2009.
  • Apoio parcial ao VI Encontro da Sociedade Brasileira de Arqueologia - SAB Sul, Florianópolis, 2008.
  • Apoio parcial ao XVI Seminário de Iniciação Científica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), Belém, 2008.
  • Apoio parcial ao Seminário de Resíduos Sólidos, Coleta Seletiva Solidária e Responsabilidade Socioambiental do Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém, 2008.
  • Apoio parcial ao Seminário do Programa de Coleta Seletiva Solidária, Belém, 2008.
  • Apoio parcial à publicação da revista Vestígios: Revista Latino-Americana de Arqueologia Histórica, v.2, n.2, jul./dez. 2008.
  • Apoio parcial ao XV Seminário de Iniciação Científica do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCT), Belém, 2007.
  • Apoio parcial ao Evento Comemorativo ao Ano Internacional do Planeta Terra: Água e Meio Ambiente na Amazônia do Museu Paraense Emílio Goeldi. Belém, 2007.
  • Apoio parcial à publicação da revista da Sociedade de Arqueologia Brasileira – SAB, v.14/15, 2003.

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